Coimbra – Cidade do Conhecimento

Não é à toa que Coimbra é a cidade do conhecimento. É em Coimbra que está enraizada a Universidade mais antiga de Portugal!

Cidade dos estudantes, cidade do fado, cidade de uma grande história de Amor!

Coimbra é bonita em qualquer estação do ano, mas é especialmente majestosa no Outono e Inverno.

 

Aquilo que eu vi e vivenciei,

Tapetes e tapetes coloridos rua acima e rua abaixo de natureza viva e mais linda do que nunca. Árvores de todas as cores verdes, amarelas, laranja, vermelhas e até castanhas. Uma árvore também muito especial na praça 8 de maio de cor azul  e muitas luzinhas douradas – É Natal.

Uma canseira total a subir e descer escadas. Mas que super valiam a pena no final 😀

Comi e chorei por mais no Tapas nas Costas – best restaurant ever! A minha boca experimentou novos sabores, novas texturas e novas combinações – UMA DELICIA!

Passeei de mão dada no jardim do amor, e claro deixamos a nossa fitinha vermelha no lugar que mais combinava conosco ♥♥ Deixamos a nossa marca e não podíamos esquecer a marquinha do zeus.

Corri e saltei no Portugal dos Pequenitos, fingi ser uma criança entrei e sai quantas vezes me apeteceu de todas aquelas casinhas tipicas de regiões Portuguesas. 

E claro, antes de voltar, passamos no penedo da saudade *

 

  Coimbra é um grande distrito português, com muito para oferecer. Mas nesta viagem de fim-de-semana vamos conhecer o centro ao promenor.

 

  Nós decidimos visitar primeiro a zona Alta de Coimbra do outro lado do rio, onde se encontra grande parte dos monumentos históricos.

 

  SUPER DICA D’ANA: O centro histórico que queremos visitar na zona alta é pequeno e por isso o melhor é arranjar um estacionamento gratuito. Vamos andar a pé. A melhor zona para deixar o carro é perto do Jardim Botânico ou perto da sé velha pois fica pertinho de tudo aquilo que queremos visitar!

 

  Deixamos o carro atrás do Jardim Botânico e não perdemos tempo, começamos logo por aí. O Jardim é enorme, mas nem todas as áreas estão acessíveis (não sei se era por ser Inverno). A entrada é gratuita, e o horário de funcionamento de Inverno é das 9H às 17H30.

  E por aqui se perderam os meus olhos. Eram tantas cores diferentes protagonizadas pela natureza, tantos ambientes extraordinários para gravar de recordação com a minha câmera. Tantos tapetes coloridos, tantas paisagens maravilhosas para fotografar. Tantas especies diferentes. Que paz, que sossego… Tantas ideias me estavam a surgir como se tivesse caído no poço da sabedoria ou das boas ideias, tanta inspiração. Um lugar bonito para passear, para namorar! Gostei muito, mas certamente as imagens falam por mim.

 

Jardim Botanico de Coimbra - Ana Madureira

 

Jardim Botanico de Coimbra - Ana Madureira

 

Jardim Botanico de Coimbra - Ana Madureira

 

Jardim Botanico de Coimbra - Ana Madureira

 

Jardim Botanico de Coimbra - Ana Madureira

 

Jardim Botanico de Coimbra - Ana Madureira

 

Jardim Botanico de Coimbra - Ana Madureira

 

Jardim Botanico de Coimbra - Ana Madureira

 

Jardim Botanico de Coimbra - Ana Madureira

 

Jardim Botanico de Coimbra - Ana Madureira

 

Jardim Botanico de Coimbra - Ana Madureira

 

Jardim Botanico de Coimbra - Ana Madureira

 

Jardim Botanico de Coimbra - Ana Madureira

 

Jardim Botanico de Coimbra - Ana Madureira

 

Jardim Botanico de Coimbra - Ana Madureira

 

Jardim Botanico de Coimbra - Ana Madureira

 

Jardim Botanico de Coimbra - Ana Madureira

 

Jardim Botanico de Coimbra - Ana Madureira

 

Jardim Botanico de Coimbra - Ana Madureira

 

Jardim Botanico de Coimbra - Ana Madureira

 

Jardim Botanico de Coimbra - Ana Madureira

 

Jardim Botanico de Coimbra - Ana Madureira

 

Jardim Botanico de Coimbra - Ana Madureira

 

Jardim Botanico de Coimbra - Ana Madureira

 

Jardim Botanico de Coimbra - Ana Madureira

 

Jardim Botanico de Coimbra - Ana Madureira

 

Jardim Botanico de Coimbra - Ana Madureira

 

Jardim Botanico de Coimbra - Ana Madureira

 

Jardim Botanico de Coimbra - Ana Madureira

 

Jardim Botanico de Coimbra - Ana Madureira

 

  SUPER DICA D’ANA: O jardim é belíssimo em todas as estações do ano. Mas se quiserem viver a mesma explosão de cores que eu, tens de visitar no final do Outono, inicio de Inverno. (Novembro/Dezembro).

 

  Vivido este momento harmonioso com a natureza, agora queremos ver as magnificas obras da mão do homem com mais de 725 anos – O Palácio da Universidade de Coimbra! Fundada em 1290 em Lisboa e transferida definitivamente para Coimbra em 1537.

 

Palácio da Universidade de Coimbra - Ana Madureira

 

Palácio da Universidade de Coimbra - Ana Madureira

 

  Estes edifícios estão construídos na zona Alta, alguns são bem mais recentes, mas o Palácio fez em 2015, 725 anos. A entrada para o pátio e paço das escolas do Palácio pela porta férrea é gratuita, onde podemos ver sem entrar nos edificios: a Biblioteca Joanina, a Capela de São Miguel, a Torre da Universidade, a sala dos capelos, a sala dos archeiros, a prisão académica e uma vista sobre a cidade.

 

Biblioteca Joanina
Biblioteca Joanina;
Torre da Universidade, sala dos capelos e sala dos archeiros;
Torre da Universidade, sala dos capelos e sala dos archeiros;
Prisão académica
Prisão académica;
Porta Férreo - Entrada para o Palácio da Universidade de Coimbra;
Porta Férrea – Entrada para o Palácio da Universidade de Coimbra;

Palácio da Universidade de Coimbra - Ana Madureira

 

  Para visitar os edifícios por dentro é necessário comprar um bilhete por 10€ (8€ para estudantes) mais 2€ se quiseres subir à torre da universidade. Não é permitido tirar fotografias dentro da capela de São Miguel. Para saber mais sobre o Palácio da Universidade de Coimbra clica aqui.

 

  Ainda nos arredores da universidade, temos a Sé Nova e a Sé Velha.

Sé Nova de Coimbra;
Sé Nova de Coimbra;
Sé Nova de Coimbra;
Sé Nova de Coimbra;
Sé Velha de Coimbra
Sé Velha de Coimbra;
Sé Velha de Coimbra
Sé Velha de Coimbra;
Detalhes da entrada da Sé Velha de Coimbra;
Detalhes da entrada da Sé Velha de Coimbra;
Detalhes da entrada da Sé Velha de Coimbra;
Detalhes da entrada da Sé Velha de Coimbra;

  E depois desta caminhada estarás com muita fome de certeza! Então vou já já encaminhar-te para o Tapas nas Costas!!!  Gente, uma descoberta brutal para o meu paladar nortenho! Sempre que vou a Coimbra não resisto! Não consigo sequer pensar em ir a outro lugar se não ao tapas nas costas!

  Então, para quem está no largo da Sé velha é descer pela rua em frente á porta da Sé e desviar-te pelas escadinhas. Desces talvez uns 3 ou 4 lanços de escadas e estás no sitio correto! Se estás pela zona do rio, sobes pela rua do arco da Almedina e encontrarás o restaurante. Fica na mesma rua que a casa dos fados. Se mesmo assim não chegaste lá, então, entra no google maps e coloca a morada: Rua do Quebra Costas nº19.

  É muito comum não haver mesa livre, por isso faz uma reserva para teres a certeza que corre bem (239 157 425).

  Este restaurante tem um design e uma decoração muito muito agradável, rustico e contemporâneo. A ideia é pedir vários petiscos e dividir com a companhia embora também existam pratos mais elaborados é assim que deve ser o convívio no Tapas nas Costas. No final uma sobremesa claro! Acaba por ficar um almoço/jantar barato mas saboroso, e saímos de barriga cheia. SUPER INDICO!

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Tapas nas Costas

  Sabe mais sobre este restaurante, clicando aqui.

 

  No inicio da tarde, decidimos ir fazer o check-in. Ficamos alojados no hostel Serenata que também tem quartos duplos. Conheci este hostel através da revista evasões e decidimos marcar, e não desiludiu. Um hostel bastante jovem e bem cuidado fica mesmo junto á Sé Velha de Coimbra. Pagamos 37€ por um quarto duplo sem wc, com pequeno almoço incluído. A equipa recebeu-nos muito bem, o pequeno almoço era variado, não fomos importunados durante a noite e o quarto era bastante quentinho e acolhedor. A única coisa que deixou a desejar foi o wc. O trinco não funciona, e como o wc é misto… bem não era confortável. De resto só tenho coisas positivas para apontar, principalmente à equipa da recepção sempre muito atenciosa.

  Ficamos no 3º andar, e não existe elevador… mas como saíamos de manhã e só voltávamos à noite não achei nenhum problema.

Hostel Serenata Coimbra - Ana Madureira

 

À noite, juntam-se neste largo estudantes trajados a cantar fado
e músicas originais das suas tunas – o verdadeiro momento de Coimbra.

 

  Depois fomos buscar o carro, para atravessar o rio e conhecer essa zona de Coimbra. Fomos diretos à Quinta das Lágrimas – um destino que já tinha ido de criança e queria muito relembrar e levar desta vez o meu namorado visto ser esta quinta testemunha de uma das maiores histórias de amor portuguesa.

 

Quinta das Lágrimas, entrada para visitantes (bilheteira);
Quinta das Lágrimas, entrada para visitantes (bilheteira);

Quinta das Lágrimas - Ana Madureira

 

  Este romance Português do século XIV, ainda hoje apaixona quem passa por Coimbra. Muito resumidamente, D.Pedro de Portugal era apaixonado por Inês de Castro, mas o seu romance era proibido por ser casado com Dª.Constança Manuel e pelo seu pai Rei D.Afonso IV (por motivos de interesse da coroa).

  Apesar da proibição, eles encontravam-se secretamente na Quinta das Lágrimas até serem descobertos.

Quinta das Lágrimas - onde se davam os encontros secretos.
Quinta das Lágrimas – onde se davam os encontros secretos.

  Quando foram descobertos, Dª.Inês de Castro foi colocada no convento de Santa Clara. Assim D.Pedro não podia estar com a sua amada, mas não desistiu. Rondava os muros do convento na tentativa de conseguir ver ou falar com Dª.Inês. E acabou por arranjar uma maneira romântica de contacta-la colocando barquinhos de madeira com mensagens num riacho que parava na quinta das lágrimas.

Fonte dos Amores na Quinta das lágrimas - Onde era colocados os barcos de madeira com as cartas de amor.
Fonte dos Amores na Quinta das lágrimas – Onde era colocados os barcos de madeira com as cartas de amor.

  Mais tarde, Dª.Constança falece ao dar à luz o terceiro filho. Para D.Pedro foi a oportunidade perfeita para ir viver em Santa Clara com Dª.Inês. O Rei sentia-se ameaçado por este amor, só pensava nas coisas negativas que podiam trazer à coroa. Então reunido com Diogo Lopes Pacheco, Pêro Coelho e Álvaro Gonçalves decidiram que a solução era matar Dª. Inês de Castro.

  Em janeiro de 1355 deu-se o assassinato. Dª. Inês estava sozinha junto de uma fonte quando aparecerem os quatro assassinos, Inês ainda implorou pela sua vida mas as suas lágrimas apenas atingiram o Rei que se retirou. Os três fidalgos apunhalaram Inês de Castro.

 

Conta a lenda, que Inês de Castro jorrou o seu sangue para a fonte
e manchou as pedras de vermelho vivo – que ainda é visível hoje.

 

  Quando D.Pedro soube da tragédia jurou vingança e cheio de dor declarou guerra ao seu pai o Rei. E durante alguns meses D.Pedro matou tudo e todos que passaram na sua frente e liderou uma revolta contra o rei, nunca perdoando o seu pai. Mas acabou por assinar a paz.

  Em 1357 D.Pedro subiu ao trono, e a sua primeira ordem foi mandar caçar os assassinos de Inês. Diogo Pacheco conseguiu fugir do país, mas Pêro Coelho e Álvaro Gonçalves não tiveram tanta sorte, foram executados. Arrancaram os seus corações. Um pelo peito e outro pelas costas. Desde então D.Pedro ganhou o nome de “O Cruel”.

 

Diz-se que o Rei mandou Coroar Dª.Inês de Castro mesmo depois de morta
e obrigou os presentes a reconhecer Dª.Inês como Rainha de Portugal.

 

  Em sua vida, D.Pedro ainda mandou construir dois magníficos túmulos para serem colocados frente a frente no Mosteiro Real de Alcobaça.

 

Reza a lenda, que o Rei mandou colocar os túmulos frente a frente
porque se um dia ressuscitassem a primeira coisa que iriam ver seria um ao outro.

 

  O jardim dos encontros pode ser visitado na quinta das lágrimas. A fonte das lágrimas ficou com esse nome devido ao assassinato cruel de D.Inês que chorou lágrimas e jorrou sangue na fonte. Mas existe ainda outra fonte na quinta com o nome “Fonte dos Amores” que diz-se ser onde eram colocadas as cartas de amor. Para visitar o jardim é necessário comprar um bilhete por 2.50€/pessoa. (Horário de inverno – 10H às 17H).

Quinta das Lágrimas - Ana Madureira

 

Quinta das Lágrimas - Ana Madureira

 

Quinta das Lágrimas - Ana Madureira

 

  O jardim é lindíssimo, o lugar está muito bem conservado. Mais uma vez arvores de todas as cores, mas desta vez não só pela natureza mas sim pelos visitantes que ao longo dos tempos foram deixando fitas coloridas e dando nós como sinal do amor dos casais que ali passam. Em modo de promessa de amor eterno!? Uma marca da sua presença!? Cada um guarda o seu significado para si.

Quinta das Lágrimas - Ana Madureira

 

  Passando o arvoredo dos encontros vemos a linda arcada da quinta das lágrimas com mais de 500 anos.

  Depois de passar a arcada damos de caras com a foto-postal da quinta – uma árvore de tronco muito largo e raízes grandes que saem e voltam a entrar na terra.

Quinta das Lágrimas - Ana Madureira

 

Quinta das Lágrimas - Ana Madureira

 

  Nesta zona temos ainda um conjunto de bambus, onde mais uma vez se pode deixar uma marca. Muitos e muitos nomes e datas cravados no bambu rodeados de corações e símbolos do amor.

Quinta das Lágrimas - Ana Madureira

 

Quinta das Lágrimas - Ana Madureira

 

  Seguindo caminho, encontramos troncos de madeira em forma de bancos para relaxar um pouco e aproveitar o momento com a companhia certa.

Quinta das Lágrimas - Ana Madureira

 

Quinta das Lágrimas - Ana Madureira

 

  E logo a seguir encontramos a tão esperada fonte das lágrimas. E a seu lado está a placa de camões.

Quinta das Lágrimas - Ana Madureira

 

Quinta das Lágrimas - Ana Madureira

 

Quinta das Lágrimas - Ana Madureira

 

Quinta das Lágrimas - Ana Madureira

 

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“As filhas do Mondego, a morte escura
Longo tempo chorando memoraram
E por memória eterna em fonte pura
As Lágrimas choradas transformaram
O nome lhe puseram que ainda dura
Dos amores de Inês que ali passaram
Vede que fresca fonte rega as flores
Que as Lágrimas são água e o nome amores”

 

  Analisei com a merecida atenção o detalhe das pedras de tom vermelho vivo (choro de sangue de D.Inês de Castro). Estas pedras estão cobertas de algas de tom vermelho que lhe dá o aspecto de sangue derramado. Verdade ou mentira, é curioso ver este fenômeno que combina tão bem com a História.

  Após passear mais um pouco pelo jardim e aproveitarmos aquilo que queríamos, deixamos a nossa marca.

Quinta das Lágrimas - Ana Madureira

 

Quinta das Lágrimas - Ana Madureira

 

  Agora sim podemos seguir viagem. Decidimos visitar o Mosteiro de Santa Clara Velho (as ruínas) e o Novo. Tanto um como o outro é necessário pagar bilhete para visitar por dentro. O Mosteiro de Santa Clara Velho está aberto das 10H às 17H e tem um custo de entrada de 4€ (2€ para estudantes). O Mosteiro de Santa Clara Novo está aberto das 9H às 18H e tem um custo de entrada de 2€.

Mosteiro de Santa Clara-a-Velha (Mandado construir pela Rainha Dª.Isabel de Aragão desde 1314),

Mosteiro de Santa Clara-a-velha - Ana Madureira

 

Mosteiro de Santa Clara-a-velha - Ana Madureira

 

Mosteiro de Santa Clara-a-velha - Ana Madureira

 

Mosteiro de Santa Clara-a-velha - Ana Madureira

 

Mosteiro de Santa Clara-a-velha - Ana Madureira

 

Mosteiro de Santa Clara-a-Nova,

Mosteiro de Santa Clara-a-Nova - Ana Madureira

 

Mosteiro de Santa Clara-a-Nova - Ana Madureira

 

  Está na hora de jantar! E onde vamos!? Sim, ao Tapas nas Costas!!

  No final de jantar vale a pena passar na casa dos fados ou não estaríamos nós em Coimbra! Passear por entre as ruelas e ouvir os estudantes de capa negra tocando instrumentos musicais e cantando em conjunto. Aquele espirito que só se vive em Coimbra!

Casa dos Fados em Coimbra - Ana Madureira

 

  No dia seguinte optamos por fazer uma visita ao Portugal dos Pequenitos! Um parque que funde um pouco de todas as regiões portuguesas. É verdade que é dedicada uma atenção especial aos pequenitos, mas é muito interessante para nós também! É explicada grande parte das descobertas portuguesas, das colónias, as trocas entre povos. Podemos observar as distintas casas tipicas de cada região. E ainda estão representados muitos dos monumentos históricos portugueses.

 

Portugal do Pequenitos - Ana Madureira

 

  O parque tem um custo de entrada de 9.50€ e o horário de Inverno é das 10H às 17H. Nós ficamos mais ou menos 2H30 no parque, porque quisemos analisar detalhadamente e tirar muitas fotografias. O parque faz-se mais ou menos em 1H, mas claro que as crianças exigem bem mais do que isso!

  O parque dispõe de um comboio que faz a volta ao parque chamado de “expresso dos pequenitos” por apenas 2€.

 

Portugal do Pequenitos - Ana Madureira

 

  Existem pacotes especiais para visitas em família, consulta clicando aqui.

 

  No inicio do parque podemos ver mini-museus dedicados às colónias portuguesas e aos produtos e rotas comerciais que daí adviessem. Foi muito enriquecedor perceber ao pormenor de onde veio oquê, e perceber melhor que tributos nos trouxeram cada uma delas. Enquanto não posso viajar até ao Brasil, Macau, Angola, Moçambique, Guiné, India, Timor, São Tomé e Príncipe e outras – posso viver um pouco mais delas aqui! Gostei!

 

Portugal do Pequenitos - Ana Madureira

 

Portugal do Pequenitos - Ana Madureira

 

Portugal do Pequenitos - Ana Madureira

 

Portugal do Pequenitos - Ana Madureira

 

Portugal do Pequenitos - Ana Madureira

 

  Mais à frente, temos uma praça dedicada a monumentos por região. Cada monumento contém arquitetura de vários monumentos reais nacionais. Alguns dos monumentos representados são a Torre de Belém, o Mosteiro dos Jerónimos, o Arco da Rua Augusta, a Torre dos Clérigos, o Castelo de Óbidos, o Convento de Cristo, a Muralha de Santarém, muitos conventos nacionais, muitas imponentes igrejas, entre outros.

 

Portugal do Pequenitos - Ana Madureira

 

Portugal do Pequenitos - Ana Madureira

 

Portugal do Pequenitos - Ana Madureira

 

Portugal do Pequenitos - Ana Madureira

 

Portugal do Pequenitos - Ana Madureira

 

Portugal do Pequenitos - Ana Madureira

 

Portugal do Pequenitos - Ana Madureira

 

Portugal do Pequenitos - Ana Madureira

 

Portugal do Pequenitos - Ana Madureira

 

  Continuando o nosso caminho, damos de frente com uma mini Coimbra, onde estão construídos em escala reduzida os principais marcos históricos desta cidade.

 

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Portugal do Pequenitos - Ana Madureira

 

Portugal do Pequenitos - Ana Madureira

 

Portugal do Pequenitos - Ana Madureira

 

Portugal do Pequenitos - Ana Madureira

 

Portugal do Pequenitos - Ana Madureira

 

  Nas traseiras do parque, existem muitas mini casas típicas de várias regiões portuguesas desde o Minho, Trás-os-Montes, Douro Litoral, Alto Douro, Beira Alta e Baixa, Beira Litoral, Estremadura, Ribatejo, Alto e Baixo Alentejo, Algarve e não esquecem de representar os arquipélagos da Madeira e Açores.

 

Portugal do Pequenitos - Ana Madureira

 

Portugal do Pequenitos - Ana Madureira

 

Portugal do Pequenitos - Ana Madureira

 

Portugal do Pequenitos - Ana Madureira

 

Portugal do Pequenitos - Ana Madureira

 

Portugal do Pequenitos - Ana Madureira

 

Portugal do Pequenitos - Ana Madureira

 

Portugal do Pequenitos - Ana Madureira

 

Portugal do Pequenitos - Ana Madureira

 

Portugal do Pequenitos - Ana Madureira

 

Portugal do Pequenitos - Ana Madureira

 

Portugal do Pequenitos - Ana Madureira

 

Portugal do Pequenitos - Ana Madureira

 

Portugal do Pequenitos - Ana Madureira

 

Portugal do Pequenitos - Ana Madureira

 

Portugal do Pequenitos - Ana Madureira

 

Portugal do Pequenitos - Ana Madureira

 

  E assim terminou a visita ao Portugal dos Pequenitos. Nós almoçamos perto do parque, mas não recomendo. Partimos agora para As ruínas de conímbriga!

 

Ruínas de Conímbriga - Ana Madureira

 

Ruínas de Conímbriga - Ana Madureira

 

  SUPER DICA D’ANA: Não quero ferir susceptibilidades, mas para mim não vale a pena visitar as ruínas num dia de chuva. No dia da nossa visita estava a chover bastante e daí resultou que não conseguimos apreciar com rigor os detalhes dos padrões, o céu estava escuro e o sol escondido, como o parque não está preparado para estas condições não existia luz suficiente para desfrutar das ruínas. 

  A entrada para as ruínas tem um custo de 4.50€ ou 2.25€ para estudantes. Neste valor está incluída a entrada no parque das ruínas e no museu de conímbriga.

Ruínas de Conímbriga - Ana Madureira

 

Ruínas de Conímbriga - Ana Madureira

 

Ruínas de Conímbriga - Ana Madureira

 

Ruínas de Conímbriga - Ana Madureira

 

Ruínas de Conímbriga - Ana Madureira

 

Ruínas de Conímbriga - Ana Madureira

 

Ruínas de Conímbriga - Ana Madureira

 

  No fim do dia, voltamos ao centro da cidade para fazer umas comprinhas de recordações. Fiz compras em 5 lojas diferentes mas apenas numa me senti bem recebida – Loja do Arco de Almedina – onde comprei recordações da cidade, postais para a minha coleção (claro) e um livro sobre Portugal.

Arco de Almedina - Ana Madureira

 

  Ainda antes de ir embora não podíamos deixar de experimentar alguns dos maravilhosos doces da pastelaria Briosa, muito conhecida na zona.

Pastelaria Briosa - Ana Madureira

 

  Na hora da despedida não nos esquecemos de passar do Penedo da Saudade. Este lugar tem no nome saudade, porque é um lugar de despedida para milhares de estudantes que passam pela universidade de Coimbra. À entrada do jardim vemos um grande Penedo com uma inscrição de uma turma finalista, pela data terá sido a primeira daí o nome do jardim ser “Penedo da Saudade”. No entanto, descendo as escadas encontramos uma àrea muito maior chamada “O retido dos poetas” com muitas mais placas de despedida de turmas finalistas ou apenas de um aluno. Tornou-se então numa tradição quase que obrigatória para os finalistas de Coimbra!

 

Penedo da Saudade - Ana Madureira

 

Penedo da Saudade - Ana Madureira

 

  E assim passamos um excelente fim-de-semana com um pouquinho de tudo que se precisa num retiro. Surpresa, diversão, bom fado, boa comida e boas vistas!

 

Coimbra - Ana Madureira

 

Coimbra - Ana Madureira

 

Coimbra - Ana Madureira

 

Boas Tapas!

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